* O primeiro dia de implantação da nova malha aérea gerou filas e reclamações de passageiros nos check-ins e lotou o estacionamento do aeroporto de Cumbica.
Tudo isso foi reflexo da transferência de mais de 50 vôos de Congonhas, na zona sul de São Paulo, para o aeroporto de Guarulhos (Grande SP).
Por volta das 16h de ontem praticamente não havia vagas no estacionamento de Cumbica - que comporta 3.098 carros, segundo a Infraero, estatal que administra os aeroportos.
(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
* Fissuras põem também a pista de Guarulhos em risco
Principal alternativa para desafogar Congonhas, o Aeroporto de Guarulhos apresenta fissuras e trincas em vários pontos de sua pista principal. Com 22 anos de uso, a pista já tem sua vida útil, que é de 20 anos, vencida.
O alerta foi dado ontem pela Infraero e pela Anac ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, na reunião em que se anunciou que 151 vôos diários deixarão Congonhas.
Jobim convocou nova reunião para hoje. Segundo o superintendente da Infraero para o Sudeste, Edgard Brandão, a pista nunca passou por uma reforma.
O ministro já decidiu demitir o presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, mas ainda não achou substituto.
O ex-presidente do BB Rossano Maranhão recusou convite.
Pereira comentou sua saída iminente:
"Tudo que entra, sai." As passagens aéreas subiram 8,25% em julho.
(O Globo - Sinopse Radiobrás)
terça-feira, 31 de julho de 2007
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Aeroporto de Cumbica já está operando no seu limite máximo
* Cumbica também já opera no limite
Problemas de edificações nas proximidades do aeroporto, uma pista com deficiências, dúvidas quanto à segurança em pouso de grandes aviões e dificuldades de ampliação.
Não, não se trata de Congonhas,mas de Cumbica.
O aeroporto de Guarulhos, segundo especialistas, também tem problemas e está muito próximo do limite de operação.
A pista mais extensa, com 3.700 metros de comprimento e quase 20 anos de uso, está com a capa de rolamento gasta.
Ontem, em frente ao local do acidente do vôo da TAM, na Avenida Washington Luís, mais de 3 mil pessoas fizeram um protesto contra a crise aérea e o governo Lula.
(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
* Mudança de vôos testa capacidade de Cumbica
Mais de 50 vôos devem ser transferidos de Congonhas; fim de férias desastroso.
(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
Problemas de edificações nas proximidades do aeroporto, uma pista com deficiências, dúvidas quanto à segurança em pouso de grandes aviões e dificuldades de ampliação.
Não, não se trata de Congonhas,mas de Cumbica.
O aeroporto de Guarulhos, segundo especialistas, também tem problemas e está muito próximo do limite de operação.
A pista mais extensa, com 3.700 metros de comprimento e quase 20 anos de uso, está com a capa de rolamento gasta.
Ontem, em frente ao local do acidente do vôo da TAM, na Avenida Washington Luís, mais de 3 mil pessoas fizeram um protesto contra a crise aérea e o governo Lula.
(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
* Mudança de vôos testa capacidade de Cumbica
Mais de 50 vôos devem ser transferidos de Congonhas; fim de férias desastroso.
(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
sábado, 28 de julho de 2007
Congonhas: Pista principal do aeroporto operou, ontem, durante seis minutos, sem autorização da Aeronáutica
* A pista principal do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, reaberta ontem, dez dias após o acidente com o Airbus-A320 da TAM, operou durante seis minutos sem a autorização oficial da Aeronáutica.
Ela tinha sido fechada por conta do trabalho da perícia que apurava as causas da tragédia e das más condições climáticas.
Durante a semana, a Infraero - estatal que administra aeroportos - anunciou outras três vezes a reabertura da pista.
(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
Ela tinha sido fechada por conta do trabalho da perícia que apurava as causas da tragédia e das más condições climáticas.
Durante a semana, a Infraero - estatal que administra aeroportos - anunciou outras três vezes a reabertura da pista.
(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
sexta-feira, 27 de julho de 2007
No horário de pico, Cumbica, em Guarulhos, não tem condições de receber mais vôos
* No horário de pico, Cumbica, em Guarulhos, considerado alternativa a Congonhas, não tem como receber mais vôos.
Fora das horas mais movimentadas - entre 7h e 10h e entre 21h e 23h -, o aeroporto consegue absorver até 30% a mais de aeronaves.
O acréscimo corresponde a mais 30 vôos por hora.
Já o aeroporto de Campinas, também cotado para receber parte da demanda do aeroporto paulistano e que já recebe 4 vôos de passageiros/hora, poderia absorver até mais seis aeronaves a cada 60 minutos.
(Folha de Sã/o Paulo - Sinopse Radiobrás)
Fora das horas mais movimentadas - entre 7h e 10h e entre 21h e 23h -, o aeroporto consegue absorver até 30% a mais de aeronaves.
O acréscimo corresponde a mais 30 vôos por hora.
Já o aeroporto de Campinas, também cotado para receber parte da demanda do aeroporto paulistano e que já recebe 4 vôos de passageiros/hora, poderia absorver até mais seis aeronaves a cada 60 minutos.
(Folha de Sã/o Paulo - Sinopse Radiobrás)
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Congonhas, em colapso, superlota Cumbica e reprime a demanda
* Com o colapso de Congonhas, o Aeroporto de Cumbica ficou superlotado e as empresas aéreas não conseguem atender à demanda.
A Gol e a Varig decidiram seguir o exemplo da TAM e suspenderam a venda de passagens para vôos com partida ou chegada em Cumbica.
A prioridade é para quem aguarda para embarcar há mais de um dia.
(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
* O aeroporto Professor Urbano Ernesto Stumpf, em São José dos Campos (SP), possui vantagens e desvantagens para funcionar como alternativa a alguns vôos de Congonhas. O principal trunfo é a pista.
São 3 mil metros, 1.060 a mais que em Congonhas. A desvantagem é o pequeno terminal, para 90 mil passageiros/ano, embora a pista funcione com apenas 10% da capacidade.
A Gol começa a operar, em agosto, um vôo para o Rio de Janeiro e também negocia seu uso para vôos fretados ao Nordeste.
Os executivos já descobriram o aeroporto como alternativa, ao menos para os dias de caos.
Depois de gastar sete horas do Rio a São Paulo na terça-feira, Marcelo Salles, gerente da Renosa SPA para a América do Sul, voltou para o Santos Dumont via São José no dia seguinte.
Enquanto o problema desse aeroporto é a falta de espaço para passageiros, Viracopos (SP) e Tom Jobim (RJ) estão ociosos.
(Valor Econômico - Sinopse Radiobrás)
A Gol e a Varig decidiram seguir o exemplo da TAM e suspenderam a venda de passagens para vôos com partida ou chegada em Cumbica.
A prioridade é para quem aguarda para embarcar há mais de um dia.
(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
* O aeroporto Professor Urbano Ernesto Stumpf, em São José dos Campos (SP), possui vantagens e desvantagens para funcionar como alternativa a alguns vôos de Congonhas. O principal trunfo é a pista.
São 3 mil metros, 1.060 a mais que em Congonhas. A desvantagem é o pequeno terminal, para 90 mil passageiros/ano, embora a pista funcione com apenas 10% da capacidade.
A Gol começa a operar, em agosto, um vôo para o Rio de Janeiro e também negocia seu uso para vôos fretados ao Nordeste.
Os executivos já descobriram o aeroporto como alternativa, ao menos para os dias de caos.
Depois de gastar sete horas do Rio a São Paulo na terça-feira, Marcelo Salles, gerente da Renosa SPA para a América do Sul, voltou para o Santos Dumont via São José no dia seguinte.
Enquanto o problema desse aeroporto é a falta de espaço para passageiros, Viracopos (SP) e Tom Jobim (RJ) estão ociosos.
(Valor Econômico - Sinopse Radiobrás)
terça-feira, 24 de julho de 2007
Agência Nacional de Aviação Civil proibiu, por 48 horas, a venda de passagens para vôos que partam de Congonhas
* Governo proíbe venda de passagem
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determinou ontem a suspensão total da venda de passagens para vôos partindo de Congonhas, por 48 horas.
A proibição poderá se estender a outros aeroportos, se houver necessidade. O objetivo é atender aos passageiros que não conseguiram viajar nos últimos dias.
Após essas 48 horas, os vôos que saírem de Congonhas terão duração máxima de duas horas, para obrigar as companhias a fazer menos decolagens e com menos peso e poupar as pistas.
Por falta de visibilidade, Congonhas foi fechado três vezes ontem e durante duas horas e meia não houve nenhuma operação.
Por volta de 13h30 não havia quase aviões nos pátios.
A TAM suspendeu também a venda de passagens para vôos com saída e chegada em Cumbica.
Está recomendando ainda que qualquer viagem sem urgência seja adiada, mesma sugestão feita pela Gol.
Muitos passageiros se queixaram de que as companhias estavam aconselhando a viajar de ônibus para evitar aborrecimentos nos aeroportos.
(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
* Superlotação, tragédia e crise freiam Congonhas
* A Agência Nacional de Aviação Civil proibiu, por tempo indeterminado, a venda de passagens para vôos que partam de Congonhas.
Fretamentos também estão proibidos até que a situação dos passageiros, que já têm bilhetes mas ainda não conseguiram viajar, seja resolvida.
Ontem, o aeroporto mais movimentado do país viveu mais um dia caótico.
Por causa do intenso nevoeiro, pilotos decidiram arremeter e pousar em Guarulhos.
Os constantes fechamentos fizeram com que a Gol e a TAM suspendessem os
atendimentos nos guichês.
O pátio vazio de aeronaves contrastava com o saguão, onde dezenas de passageiros passaram a noite, amontoados, na tentativa de voltarem para casa.
A confusão também foi registrada no Aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro.
A Polícia Federal concentra investigações da tragédia com o vôo 3054 nas condições da pista.
Para a PF, ela influenciou no acidente.
(Jornal do Brasil - Sinopse Radiobrás)
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determinou ontem a suspensão total da venda de passagens para vôos partindo de Congonhas, por 48 horas.
A proibição poderá se estender a outros aeroportos, se houver necessidade. O objetivo é atender aos passageiros que não conseguiram viajar nos últimos dias.
Após essas 48 horas, os vôos que saírem de Congonhas terão duração máxima de duas horas, para obrigar as companhias a fazer menos decolagens e com menos peso e poupar as pistas.
Por falta de visibilidade, Congonhas foi fechado três vezes ontem e durante duas horas e meia não houve nenhuma operação.
Por volta de 13h30 não havia quase aviões nos pátios.
A TAM suspendeu também a venda de passagens para vôos com saída e chegada em Cumbica.
Está recomendando ainda que qualquer viagem sem urgência seja adiada, mesma sugestão feita pela Gol.
Muitos passageiros se queixaram de que as companhias estavam aconselhando a viajar de ônibus para evitar aborrecimentos nos aeroportos.
(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
* Superlotação, tragédia e crise freiam Congonhas
* A Agência Nacional de Aviação Civil proibiu, por tempo indeterminado, a venda de passagens para vôos que partam de Congonhas.
Fretamentos também estão proibidos até que a situação dos passageiros, que já têm bilhetes mas ainda não conseguiram viajar, seja resolvida.
Ontem, o aeroporto mais movimentado do país viveu mais um dia caótico.
Por causa do intenso nevoeiro, pilotos decidiram arremeter e pousar em Guarulhos.
Os constantes fechamentos fizeram com que a Gol e a TAM suspendessem os
atendimentos nos guichês.
O pátio vazio de aeronaves contrastava com o saguão, onde dezenas de passageiros passaram a noite, amontoados, na tentativa de voltarem para casa.
A confusão também foi registrada no Aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro.
A Polícia Federal concentra investigações da tragédia com o vôo 3054 nas condições da pista.
Para a PF, ela influenciou no acidente.
(Jornal do Brasil - Sinopse Radiobrás)
Pilotos e companhias aéreas decidiram boicotar o aeroporto de Congonhas
* Aos trancos e barrancos
Barranco na beira da pista de Congonhas desaba. Para Infraero, culpa do vôo da tragédia. Jornal do Brasil - Sinopse Radiobrás)
* Empresas evitam Congonhas e caos piora
Pilotos e companhias aéreas decidiram boicotar ontem o aeroporto de Congonhas (SP), palco há uma semana do maior acidente aéreo do país.
Aviões foram desviados, provocando atrasos e cancelamentos e aumentando o caos no setor.
A alegação formal para evitar Congonhas foi a chuva.
Os passageiros eram informados de que o aeroporto estava fechado.
(FOLHA DE SÃO PAULO - SINOPSE RADIOBRÁS)
* PF encerra até o fim da semana a investigação na pista de Congonhas que vai avaliar o estado do asfalto.
Correio Brasiliense - Sinopse Radiobrás - 23/07/2007)
* A decisão do governo de proibir conexões e reduzir o número de vôos em Congonhas afetará o atual modelo de negócios da TAM e da GOL, mas as mudanças são bem vistas pelas empresas menores.
(Valor Econômico - Sinopse Radiobrás - 23/07/2007)
* Pista da tragédia em SP tem agora deslizamento de terra.
Com a pista principal interditada desde a tragédia com o Airbus da TAM, Congonhas teve a pista auxiliar fechada ontem por quatro vezes provocando um caos não só no principal aeroporto de São Paulo, mas também em diversos outros do país.
A chuva, a recusa dos pilotos a descer na pista auxiliar, os reflexos da pane no Cindacta de Manaus e até um pedido da Polícia Federal para fechar a pista suspenderam pousos e decolagens.
Das quase 600 operações diárias em Congonhas, apenas 54 foram feitas.
No começo da noite, para completar, a chuva causou um deslizamento de terra na cabeceira da pista principal, levando à interdição de parte da Avenida Washington Luís.
Segundo a Infraero, no acidente da semana passada o Airbus da TAM quebrou parte da canaleta que ajuda na drenagem da água. O solo ficou encharcado e cedeu.
Agora, não há mais previsão para a reabertura da pista principal, o que deve continuar provocando caos no tráfego aéreo. (págs. 1, 3 a 5, Miriam Leitão, Merval Pereira, Tereza Cruvinel, Luiz Garcia e editorial "Dimensão da crise").
As medidas do governo para conter o caos aéreo trarão aumento de tarifas.
Para o presidente da Infraero, os passageiros terão de pagar mais para obter segurança.
(O Globo - Sinopse Radiobrás)
Barranco na beira da pista de Congonhas desaba. Para Infraero, culpa do vôo da tragédia. Jornal do Brasil - Sinopse Radiobrás)
* Empresas evitam Congonhas e caos piora
Pilotos e companhias aéreas decidiram boicotar ontem o aeroporto de Congonhas (SP), palco há uma semana do maior acidente aéreo do país.
Aviões foram desviados, provocando atrasos e cancelamentos e aumentando o caos no setor.
A alegação formal para evitar Congonhas foi a chuva.
Os passageiros eram informados de que o aeroporto estava fechado.
(FOLHA DE SÃO PAULO - SINOPSE RADIOBRÁS)
* PF encerra até o fim da semana a investigação na pista de Congonhas que vai avaliar o estado do asfalto.
Correio Brasiliense - Sinopse Radiobrás - 23/07/2007)
* A decisão do governo de proibir conexões e reduzir o número de vôos em Congonhas afetará o atual modelo de negócios da TAM e da GOL, mas as mudanças são bem vistas pelas empresas menores.
(Valor Econômico - Sinopse Radiobrás - 23/07/2007)
* Pista da tragédia em SP tem agora deslizamento de terra.
Com a pista principal interditada desde a tragédia com o Airbus da TAM, Congonhas teve a pista auxiliar fechada ontem por quatro vezes provocando um caos não só no principal aeroporto de São Paulo, mas também em diversos outros do país.
A chuva, a recusa dos pilotos a descer na pista auxiliar, os reflexos da pane no Cindacta de Manaus e até um pedido da Polícia Federal para fechar a pista suspenderam pousos e decolagens.
Das quase 600 operações diárias em Congonhas, apenas 54 foram feitas.
No começo da noite, para completar, a chuva causou um deslizamento de terra na cabeceira da pista principal, levando à interdição de parte da Avenida Washington Luís.
Segundo a Infraero, no acidente da semana passada o Airbus da TAM quebrou parte da canaleta que ajuda na drenagem da água. O solo ficou encharcado e cedeu.
Agora, não há mais previsão para a reabertura da pista principal, o que deve continuar provocando caos no tráfego aéreo. (págs. 1, 3 a 5, Miriam Leitão, Merval Pereira, Tereza Cruvinel, Luiz Garcia e editorial "Dimensão da crise").
As medidas do governo para conter o caos aéreo trarão aumento de tarifas.
Para o presidente da Infraero, os passageiros terão de pagar mais para obter segurança.
(O Globo - Sinopse Radiobrás)
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