quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

RESUMO DOS JORNAIS DE HOJE, 12-02-2014 (QUARTA-FEIRA)

12 de fevereiro de 2014
Correio Braziliense


Manchete: Projeto enquadra protesto de rua como ato terrorista
Se virar lei, alertam especialistas, qualquer participante de manifestação contra a Copa, por exemplo, pode ser condenado a até 30 anos de cadeia Governistas têm pressa em aprovar a proposta, mas negam que a intenção seja blindar o Mundial.

A estupidez de black blocs, que culminou na morte do cinegrafista Santiago Andrade, serviu de pretexto para a pressa do Congresso e do Planalto em aprovar o projeto. Mas o texto de autoria do senador Romero Jucá (PMDB-RR) é vago ao definir terrorismo. Tão vago que até integrantes de uma passeata pacífica que parasse o trânsito poderiam ser processados pelo crime. “Uma briga de torcidas em estádio de futebol poderia ser considerada terrorismo”, observa a advogada criminal Fernanda Tórtima. Mesmo aliado de Jucá, o também senador Humberto Costa (PT-PE) teme a criação de um monstrengo. “O Brasil não precisa de outro AI-5”, diz o petista. Baixado pela ditadura militar em dezembro de 1968, o Ato Institucional n° 5 fechou o Congresso, cassou garantias constitucionais e fortaleceu a linha dura do regime de exceção no país. (Págs.1 e 2 a 4)
Mais três médicos cubanos na lista de fuga
Esses profissionais deixaram de trabalhar sem dar explicações, e o Ministério da Saúde já admite que eles podem ter desertado do Mais Médicos (Págs. 1 e 6)
Plano de saúde boicota cliente acima de 59 anos
Corretoras admitem que são orientadas a não negociar individualmente com idosos. Para conseguir o seguro, as pessoas são orientadas a entrar em pacotes empresariais. (Págs. 1 e 10)
Brasília se arma contra a violência
Proporcionalmente à população, o DF lidera o ranking nacional de pessoas com autorização para uso privado de revólver e outros artefatos. Entre 2012 e 2013, foram liberados 881 novos portes pela Polícia Federal. (Págs. 1 e 23)
Lei do silêncio: Músicos protestam contra o limite de som nos bares (Págs. 1 e 19)


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Estado de Minas


Manchete: BRT começa sábado com três linhas
Primeiros itinerários novos ligarão a Estação São Gabriel à região central

BHTrans e empresas não confirmam, mas o Estado de Minas teve acesso a mapas oficiais dos trajetos que vão inaugurar o sistema de transporte rápido por ônibus de BH, chamado Move. São três linhas troncais do corredor da Avenida Cristiano Machado: 82 (São Gabriel-Hospitais), 83 (São Gabriel-Centro, direta) e 84 (São Gabriel-Lagoinha, via Avenida Antônio Carlos). Motoristas em treinamento relataram apreensão com o estreitamento da pista em alguns locais e o risco da travessia irregular de pedestres. Reginaldo Gomes da Silva espera melhor sinalização nas plataformas. A entrega de 13 ônibus do Move está atrasada. Até agora, só sete chegaram. Mesmo assim, o cronograma está mantido. (Págs. 1, 17 e 18)
Suspeito procurado
A Polícia Civil do Rio de Janeiro divulgou ontem a foto do jovem de 23 anos que teria matado o cinegrafista Santiago Andrade com um rojão, na manifestação do dia 6. A identidade de Caio Silva de Souza foi confirmada pelo tatuador Fábio Raposo Barbosa, de 22, preso por ter ajudado no crime. Até a madrugada de hoje ele ainda estava foragido. Em Minas, o governo estuda a possibilidade de impedir a presença em manifestações de pessoas indiciadas por crimes nos protestos de 2013. Ontem, 700 PMs de vários batalhões do estado iniciaram treinamento para atuar na Copa. Militares mineiros vão usar granadas de tinta para marcar vândalos e armas de choque para conter atos de violência. (Págs. 1, 6 e 7)
Mais Médicos: Outros 25 cubanos abandonam programa
Balanço do Ministério da Saúde revela que três médicos de Cuba designados para cidades da Bahia, Maranhão e Pernambuco sumiram sem dar satisfação. Com os 22 profissionais cubanos que já haviam sido afastados do programa federal e as deserções de Ramona Rodríguez e Ortelio Guerra, subiu para 27 o número de médicos da ilha caribenha desligados. (Págs. 1 e 5)
Rusgas no Supremo: Lewandowski e Barbosa têm novo confronto (Págs. 1 e 3)


Visto sem escalas: Consulado dos EUA em BH ficará pronto em 2016 (Págs. 1 e 13)


Susto na grande BH: Terremotos em duas cidades atingem 3.2 graus (Págs. 1 e 19)


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Jornal do Commercio


Manchete: Prévias mais seguras
Principais festas antes do Carnaval serão acompanhadas por 3.542 policiais, entre militares, civis, bombeiros, peritos e legistas. Blocos foram escolhidos pela dimensão. No Recife Antigo, Paço do Frevo oferece curso para passistas iniciantes. (Págs. 1 e cidades 1 e 2)
Gás natural vai ficar 2,89% mais caro
Aumento atinge indústrias, residências, pontos comerciais e veículos, principalmente os usados como táxi. (Págs. 1 e economia 3)
Mais médicos largam programa
Já são cinco desistentes que não voltaram para Cuba, sendo um de Belém do São Francisco, no Sertão. (Págs. 1 e 7)
Suspeito de matar repórter ainda foragido
Rapaz de 23 anos é apontado como o homem que acionou um rojão e matou cinegrafista. ONU se diz alarmada com violência no País. (Págs. 1 e 6 e 8 (editorial))
Indústria do Estado teve maior queda de empregos do País (Págs. 1 e economia 1)



Presidente da ANS pede mais reclamações sobre planos de saúde (Págs. 1 e economia 3)


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Zero Hora


Manchete: Deputado presidiário - Com voto aberto, Câmara decide futuro de Donadon
Votação secreta protegeu parlamentar em agosto passado, mas hoje cassação será decidida às claras. (Págs. 1 e 6)
Comoção: O impacto da morte de cinegrafista nos protestos
Congresso deve votar leis para inibir violência durante manifestações. (Págs. 1, 4 e 5)
Com ônibus: Após 15 dias, Capital volta a sua rotina
Rodoviários recolocaram transporte na rua e já cogitam nova assembleia para segunda-feira.

Gratuidade a idosos pode ser limitada.

A polêmica do ar-condicionado na licitação. (Págs. 1 e 26 a 28)
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Brasil Econômico


Manchete: Conta das térmicas recai no consumidor
A Aneel apresentou ontem a proposta de reajuste de 4,6% na tarifa de energia para custear parte dos R$ 14,6 bilhões que serão gastos com a operação de usinas movidas a combustíveis fósseis. De acordo com a FGV, o impacto na inflação será de 0,14 ponto percentual. Isso sem considerar a correção anual da conta de luz. O Tesouro arcará com R$ 9 bilhões. (Págs. 1 e 4)
Setor elétrico é alvo de ciberataques
Estudo da Symantec revela que a interligação dos sistemas inteligentes de energia aumenta a vulnerabilidade a ações de hackers. A falta de conexão de redes à internet no país não garante a segurança. (Págs. 1 e 16)
Yellen avisa que política do Fed será mantida
Contrariando os que acreditavam que a presidente do Federal Reserve fosse estender os estímulos à economia, Janet Yellen garantiu ontem que nada vai mudar. No relatório entregue ao Congresso, ela disse que o Brasil foi um dos que mais sofreram com a recente crise, que não afeta os EUA. (Págs. 1, 27 e 32)
Caminhões: Volvo teme efeito da seca
Ao anunciar investimentos de US$ 320 milhões, o presidente do grupo na América Latina, Roger Alm, alertou: “Se a colheita for afetada, nossa atividade também cai”. Mas ele se mantém otimista. (Págs. 1 e 22)

Resultado: BB Seguridade lucra R$ 2,29 bi
Com eventos extraordinários, como a adesão ao Refis – que acrescentou R$ 203,4 milhões ao caixa -, a empresa teve ganho ainda maior: R$ 2,47 bilhões. A alta no lucro ajustado foi de 29% em 12 meses. (Págs. 1 e 24)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Dilma vincula estratégia econômica à reeleição (Josias de Souza)

 
 
Marcello Casal/ABr
O governo não espera um ano brilhante na economia. Traçou objetivos modestos. Na expressão de um auxiliar de Dilma Rousseff, o essencial para ela é “evitar sobressaltos”. Os dez mandamentos da felicidade econômica do governo em 2014 começam com não —não permitir que a inflação estoure, não exagerar na dose de juros, não descuidar dos gastos, não crescer menos do que no ano passado, não dar motivos para a perda do grau de investimento, não deixar que o Brasil seja confundido com emergentes em crise, não atrapalhar os investidores, não aceitar que o Congresso crie novas despesas, não fornecer munição à oposição e não comprometer a reeleição.
Nos próximos dias, Dilma adotará providências para tentar demonstrar que não brincava quando tocou trombone em Davos: “Meu governo definirá em breve a meta fiscal para o ano, consistente com a meta de redução da dívida pública.” A data-limite para que a tesoura mostre do que é capaz é 20 de fevereiro. Mas já nesta segunda-feira (3), na mensagem que enviará ao Congresso, a presidente reafirmará seu compromisso com o rigor fiscal.
Dilma não foi tão rigorosa em 2013. Prometera economizar 2,3% do PIB. Mas entregou um superávit de 1,9%. Sabe que agora, para soar crível, não basta dizer que fará. Será necessário demonstrar como a meta será atingida. Sob pena de não ser tomada a sério a suposta decisão do governo de ajustar a dosagem dos juros,  elevando a contribuição das contas públicas no esforço para deter a inflação.
O governo não tem a pretensão de trazer o índice de inflação para o centro da meta oficial, que é de 4,5%. Trabalha para chegar ao final do ano mais perto dos 5% do que dos 6%. Acha que o essencial é exibir índices declinantes, sinalizando para a normalização futura. São modestas também as ambições quanto ao crescimento da economia. Qualquer coisa na vizinhança dos 2% do PIB será motivo de festejos.
Imagina-se que, com um PIB na casa dos 2%, uma inflação no cabresto e um torniquete nos gastos, Dilma estará, por assim dizer, blindada contra os ataques econômicos que lhe serão dirigidos pelos rivais Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). De resto, avalia-se que as críticas da oposição tenderiam a cair no vazio quando confrontadas com o desemprego irrisório —4,3% em dezembro, 5,4% na média de 2013. O governo não exclui de suas projeções a hipótese de deterioração desse quadro até o final do ano. Nada capaz de produzir reviravoltas eleitorais.
Nesse cenário em que 2014 é apresentado como uma rua ladrilhada para Dilma, programas como o Mais Médicos e o Minha Casa, Minha Vida entram como pedrinhas de brilhante para a reeleição passar. Só falta combinar com os russos.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014


Dilma estuda dar sexto ministério ao PMDB para assegurar apoio

   
Ouvir o texto
A presidente Dilma Rousseff tem sido aconselhada por interlocutores a rever sua posição e dar o sexto ministério ao PMDB. O objetivo é evitar rebeliões no partido, estratégico ao projeto de reeleição.
Dilma voltou de Cuba nesta quarta-feira (29) disposta a retomar as negociações para a última reforma ministerial do mandato.
Integrantes do governo se mostravam pessimistas com a ida do empresário Josué Gomes para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Nos últimos dias, Dilma foi avisada das dificuldades dele em deixar a Coteminas, empresa de sua família.
Assim, a pasta pode ser usada para contemplar um aliado ou acomodar alguém da cota pessoal da presidente.
Dilma tem três destinos possíveis para aliados: além do Desenvolvimento, o Ministério da Ciência e Tecnologia e a Secretaria de Portos.
Prevalecendo a ideia de dar o sexto ministério ao PMDB, a sigla poderia ser alojada tanto na primeira quanto na segunda pastas. Com isso, Portos poderia acomodar o PTB, cujo indicado é Benito Gama.
Relações Institucionais, responsável pela articulação política o Congresso, tende a continuar com Ideli Salvatti.
Um dos cotados para a Educação é Henrique Paim, secretário-executivo do órgão. O governador Cid Gomes (Pros-CE), patrocina o nome de Maria Izolda Cela de Arruda Coelho, sua secretária de Educação, para o posto.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

NOTÍCIAS DOS 26 ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL;

Clique sobre o nome do Estado escolhido:


UNIDADES DA FEDERAÇÃO (N. 285 da Série de 599 Blogs do Coronel Paim)




Estado do Acre (Um dos 599 Blogs do Painel do CoroneL PaiM )

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Página de Edson Paim no Facebook

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

RESUMO DAS NOTÍCIAS DOS JORNAIS DE HOJE (09-01-2014 - QUINTA-FEIRA
09 de janeiro de 2014
O Estado de S. Paulo


Manchete: Bate-boca de PT e PSB abre guerra virtual pelo Planalto
Eduardo Campos foi chamado de ‘tolo’ na internet; líder do PSB e até o PSDB respondem com ataque ao PT.

Texto publicado na terça-feira na página oficial do PT no Facebook - no qual o governador Eduardo Campos (PE) é chamado de “tolo” por não apoiar a reeleição de Dilma Rousseff - causou forte reação do PSB e abriu a guerra virtual da campanha presidencial. O PSDB do senador Aécio Neves entrou na discussão e disse em nota que Campos, ao romper com Dilma, enfrenta a "face covarde do ativismo petista". Líder do PSB na Câmara, o deputado Beto Albuquerque (RS) afirmou que o PT age como uma “seita fundamentalista” ao atacar o antigo aliado. A nota foi compartilhada na página oficial de Campos no Facebook. O governador afirmou em entrevista que “enquanto os cães ladram, nossa caravana passa". O ataque a Campos faz parte da estratégia da cúpula petista de adotar um tom duro contra os adversários na internet. O material, porém, não passou pelo crivo do Planalto. (Págs. 1 e política A4)

Disputa

Beto Albuquerque
Líder do PSB na Câmara

“A parcela que hoje domina o PT transformou-se numa seita fundamentalista"

País registra em 2013 maior saída de dólares em 11 anos
O Brasil registrou em 2013 a maior fuga de dólares do País em 11 anos, desde o governo Fernando Henrique Cardoso (1995 - 2002). A saída de dinheiro para o exterior superou a entrada em US$ 12,26 bilhões no ano passado. Em 2002, a perda foi de quase US$ 13 bilhões. Esse resultado é um dos fatores que explicam a desvalorização do real nos dois períodos. Em 2012, o dólar subiu mais de 15%. (Págs. 1 e economia B1)
Maranhão amplia gasto com prisão terceirizada
O gasto do governo Roseana Sarney (PMDB) com duas fornecedoras de mão de obra para os presídios do Maranhão chegou a R$ 74 milhões em 2013, um aumento de 156% em relação a 2011. A oposição e o sindicato dos agentes penitenciários apontam a terceirização como uma das causas da barbárie. Uma das empresas que mais receberam verba, a Atlântica, tem como representante Luiz Carlos Catanhêde Fernandes, sócio de Jorge Murad, marido de Roseana. (Págs. 1 e metrópole A10 e A11)
Tropa de Choque fará até 3 revistas diárias nas celas
Para conter a crise na segurança, o governo do Maranhão usará a Tropa de Choque em cinco prisões para fazer até três revistas diárias, informa o enviado Artur Rodrigues. Márcio da Lima Cruz, que resgatou uma menina do ônibus incendiado em São Luis e teve o corpo queimado, foi transferido para Goiânia. (Págs. 1 e A12)
TCM suspende licitação de corredores de ônibus
O Tribunal de Contas do Município suspendeu a licitação de R$ 4,7 bilhões da Prefeitura de São Paulo para a construção de 150 km de corredores de ônibus. Principal aposta na gestão Fernando Haddad (PT), as obras ficarão paralisadas por tempo indeterminado. As principais causas são a falta de projeto básico e de recursos no Orçamento. (Págs. 1 e metrópole A9)
Onda de frio afeta economia dos EUA
A intensa onda de frio que atingiu os EUA nos últimos dias começou a ceder, mas o impacto econômico deve chegar a US$ 5 bilhões e afetar o crescimento do PIB. (Págs. 1 e internacional A7)
José Serra: 1964 - ilusões do autoritarismo
O País pagou um preço alto por uma lição, convenham, até bastante banal: não se golpeia a democracia em nome da democracia. (Págs. 1 e espaço aberto A2)
Eugênio Bucci: Imprensa apartidária
Numa eleição podemos experimentar o valor de uma redação verdadeiramente apartidária. O serviço público que ela pode prestar é inestimável. (Págs. 1 e espaço aberto A2)
Notas e informações: As tamúrias de Haddad
Ele procura desculpas nada convincentes para a incapacidade de cumprir promessas de campanha. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense


Manchete: Servidor ameaça com greve em ano eleitoral
Mesmo com um acordo assinado em 2012 que prevê 15,8% de reajuste em três anos, sindicatos da categoria articulam uma nova campanha salarial para os próximos meses. A perda de renda, imposta pela inflação, deve levar as lideranças do funcionalismo a abrirem negociações com o Palácio do Planalto. A paralisação de serviços, principalmente durante a Copa, não está descartada. (Págs. 1 e 9)


A ilha do medo 
Onda de violência dentro e fora do presídio de Pedrinhas, no Maranhão, leva a Anistia Internacional e as Nações Unidas a repreenderem as autoridades brasileiras, classificando a situação como inaceitável. Presença da Força Nacional na penitenciária foi prorrogada. (Págs. 1 e 8)
Câmara do DF: Distritais têm um exército de comissionados
Mais de 77% dos cargos de confiança no Legislativo local são ocupados por não concursados. A maioria desses funcionários — 86%, ou 717 pessoas — está lotada nos gabinetes dos deputados. (Págs. 1 e 21)
Senado espera supersalários: Decisão que mantém pagamento acima do teto na Câmara deve beneficiar também a Casa. (Págs. 1 e 10)


Trégua política: Morte de miss une rivais na Venezuela
O assassinato de Mónica Spear, durante um assalto, fez governo e oposição debaterem a segurança no país. Inimigos, o presidente Nicolás Maduro e o governador Henrique Capriles prometeram trabalhar juntos. (Págs. 1 e 16)
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Estado de Minas


Manchete: Assassinatos na Serra do Cipó: O medo assombra o paraíso
Morte brutal de casal de advogados quebra magia do refúgio

Trilhas, cachoeiras, piscinas naturais e mirantes em reserva da biosfera reconhecida pela Unesco. E a apenas 90 quilômetros de BH. Sinônimo de paz e lazer, a Serra do Cipó atrai até 30 mil turistas nos fins de semana. Mas o assassinato de Alexandre Werneck, de 46 anos, e da namorada, Lívia Viggiano, de 39, levou o horror ao paraíso. Moradores e visitantes estão assustados. Pousadas amargam cancelamento de reservas e fazem reunião de emergência para tratar de segurança. O aumento da população e da violência em cidades e distritos vizinhos contrasta com a ínfima presença de policiais. Essa combinação perigosa é vista como a maior ameaça e o problema a ser combatido.

Corpos no rio

Os cadáveres de Alexandre e Lívia foram resgatados ontem do Rio Santo Antônio. Os dois principais acusados dão versões diferentes do crime e se acusam mutuamente de ter estuprado a mulher. (Págs. 1 e 17 e 18)

Mordomia: Chefe do INSS ganha diária até em casa
O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social, Lindolfo Neto de Oliveira Sales, recebeu R$ 29.343,88 como ajuda de custo durante viagens a Natal, onde tem casa própria. Entre 2011 e 2012 foram pelo menos 38 idas à capital potiguar. (Págs. 1 e 3)

Câmara de BH: Projetos ficarão abertos para críticas na internet (Págs. 1 e 8)


Abaixo-assinado: Mobilização para reduzir impostos sobre remédios (Págs. 1 e 13)


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Jornal do Commercio


Manchete: Sisu supera recorde com 2 milhões de inscritos
Sistema de Seleção Unificada, que preenche vagas em instituições públicas a partir das notas do Enem, já superou a marca de inscritos em 2013. Até ontem à noite, já havia 2.004.110 participantes. Cadastramento vai até sexta-feira. (Págs. 1 e 10)
PT x Eduardo: Partido dos Trabalhadores diz que ataque contra Campos foi um “desabafo”. (Págs. 1 e 3 e 6 (editorial))


Animais: Lei que cria o Código Estadual de Proteção aos Animais foi sancionada ontem em Pernambuco. (Págs. 1 e capa dois)


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Zero Hora


Manchete: Energia tem, falta rede: Quinto verão com cortes de luz
Especialistas advertem que pontos de estrangulamento no abastecimento evidenciam fragilidade do sistema. (Págs. 1, 4 e 5)
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Brasil Econômico


Manchete: Indústria do trânsito salvou a produção do setor em 2013
Com a desoneração para compra de automóveis e a facilidade de acesso ao crédito para aquisição de caminhões, a fabricação de automotores cresceu 9% até novembro do ano passado. No mesmo período, a produção de combustíveis subiu 7,7%, resultado da estratégia da Petrobras de reduzir importações. A mão do governo refletida no desempenho da indústria recebe críticas de economistas e empresários de outros segmentos. (Págs. 1 e P4 e 5)
ONU pede providência urgente no Maranhão
Comissão de Direitos Humanos diz que situação de presídios do país é lamentável. (Págs. 1 e P3)

Impacto da alta da Selic chega a R$ 14 bi
Aumento dos juros iniciado em abril afeta custo da dívida líquida pública. (Págs. 1 e P7)
Bolsas: Retorno ao acionista cai ao menor nível em cinco anos
Levantamento mostra que rendimento do dividendo cai no Brasil e cresce nos EUA. (Págs. 1 e P18 e 19)
Dólar: O mercado está com muita vontade de testar os R$ 2,40 tidos como teto (Págs. 1 e P20)


Mosaico: MST do Brasil quer bater recorde mundial de ocupação de latifúndio (Págs. 1 e P2)


Emprego: Criação de vagas cai na indústria e cresce em comércio e serviços. (Págs 1 e P6)

sábado, 4 de janeiro de 2014